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Outubro Rosa.

Escrito por: Natalia Castro em 18 outubro 2014 | 12:57


O movimento conhecido como Outubro Rosa nasceu nos Estados Unidos, na década de 1990, para estimular a participação da população no controle do câncer de mama. A data é celebrada anualmente com o objetivo de promover a conscientização sobre a doença e compartilhar informações sobre o câncer de mama.
Em 2014, para o Brasil, são esperados 57.120 casos novos de câncer de mama.
Não há uma causa única para o câncer de mama. Ser mulher e envelhecer são os principais fatores que aumentam o risco. Diversos fatores estão relacionados ao câncer de mama, incluindo fatores ambientais como obesidade, sedentarismo, consumo de bebida alcoólica e exposições freqüentes à radiações de Raio X. Também pode ser por fatores hormonais, como a primeira menstruação antes dos 12 anos de idade, não ter filhos e não ter amamentado, primeira gravidez após os 30 anos, menopausa após os 55 anos e ter feito reposição hormonal pós-menopausa por mais de cinco anos consecutivos. Por último, aparecem como uma das causas os fatores genéticos com história familiar da doença e alteração genética com risco elevado de aparecimento da doença.
É necessário ressaltar que a presença de um ou mais desses fatores de risco não significa que a mulher terá necessariamente a doença.
Amamentação, prática de atividade física e alimentação saudável com a manutenção do peso corporal são fatores de proteção e estão associados a um menor risco de desenvolver a doença.
Além de estar atenta ao próprio corpo, também é recomendado que a mulher faça exames de rotina de acordo com a sua idade. Esses exames podem ajudar a identificar o câncer antes de a pessoa ter sintomas. No Brasil, as orientações para detecção precoce do câncer de mama são:

Mulheres de 40 a 49 anos

Realizar o exame clínico das mamas anualmente.

Mulheres de 50 a 69 anos

Realizar exame clínico das mamas anualmente e mamografia a cada dois anos.


Quais os benefícios e riscos da mamografia?

Antes dos 50 anos, as mamas são mais firmes e tem menos gordura (mamas densas), o que torna a mamografia limitada para identificar alterações. Por este motivo, quando o exame é realizado antes da faixa etária recomendada, pode trazer alguns riscos.
Portanto, é necessário que a mulher primeiramente conheça o seu corpo para que assim ela mesma note algo errado se houver. São 80% dos casos de diagnósticos do Câncer de Mama, a própria mulher quem relata ter notado um nódulo no seio, por isso a importância do autoexame das mamas pelo menos uma vez por mês em todas as idades a iniciar após a puberdade (1ª menstruação). O autoexame é feito apenas palpando em movimentos circulares desde a axila até todo o entorno do seio.



Quanto mais cedo ser diagnosticado, melhor o tratamento. Os tratamentos variam de acordo com a gravidade e tamanho do tumor, sendo eles cirurgia, radioterapia e quimioterapia.
Para a mulher receber a notícia de um câncer no seio, não é fácil, pois tem todo o aspecto psicológico envolvido. É necessário o acompanhamento psicológico durante todo o tratamento, pois além da perda do seio, também perdem todos os pelos e cabelos do corpo, abalando totalmente a autoestima desta mulher. A equipe multidisciplinar deve estar treinada a lidar com este tipo de sofrimento das pacientes e ter uma orientação adequada a elas.
Para você mulher algumas dicas: Conheça seu corpo, note as alterações, faça o autoexame e consulte seu médico regularmente.





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